No final de tudo, todos são iguais. E o homem torna à sua face mais bruta e transparente, mais suja que o próprio lixo. Tudo vem a nada e a única vontade é de possuir algum desejo. O sentido se vai, a dor torna-se sua fiel escudeira na sombra de suas palavras. O novo já não é mais tão atraente, e a lembrança é apenas mais um detalhe a se esquecer.
Todos os pensamentos convergem na divergência de um sentido.
Deixe que vá.
Deixe que leve.
Assim algum dia, será também tua vez...
sexta-feira, 20 de março de 2009
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